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Pedro Sampaio lança single com fenômeno mexicano El Bogueto

Dono de um dos grandes hits do verão (a dançante “Jetski”, gravada com Melody e MC Meno K), Pedro Sampaio lança em áudio e vídeo a faixa “G-Latina”. Trata-se de uma parceria com o rapper mexicano El Bogueto, um fenômeno da música urban, com mais de 25 milhões de ouvintes mensais apenas no Spotify.

O DJ e produtor carioca, que cada vez mais adentra o mercado musical global, que já fez parcerias com nomes como Bad Bunny, Karol G, Rauw Alejandro, fala da nova colaboração: “Participar com o El Bogueto em ‘G-Latina’ foi massa porque, nesse processo, descobri um lugar em comum entre as nossas formas de fazer música. Essa faixa tem uma irreverência e uma energia caótica que é muito brasileira, muito minha, mas também muito dele, sabe?”, divide Pedro.

De acordo com ele, esse encontro energético e cultural se reflete em diversos aspectos da canção. “Sonoramente, a novidade mistura as batidas frenéticas e graves do funk brasileiro com referências à salsa (ritmo de origem cubana e porto riquenha), com um toque de música pop global”, explica Pedro, que gravou o clipe ao lado de El Bogueto na Favela da Rocinha, no Rio.

Pedro Sampaio assina a produção musical, dessa vez ao lado do grupo de músicos Subelo NEO, que já colaborou com Bad Bunny (em “Me Porto Bonito” e “Yo Perreo Sola”), Anitta (“Envolver” e “Romeo”), Karol G (“El Maquinon”), Rauw Alejandro (“Ron Cola”) e outros. O brasileiro Pedro Breder, que já havia colaborado com Pedro no sucesso “Jetski”, também é responsável pelo beat de “G-Laina”.

O mesmo time também participou da composição da letra, ao lado do próprio El Bogueto. “De Tepito a Rocinha / Chego no teu bairro e a menina me chama / Me mudo pro Rio e te faço minha vizinha / Ela já sabe o que vem por aí, se eu coloco funk ela fica atrevida”, diz um trecho cantado pelo rapper, fazendo referência ao famoso bairro da Cidade do México.

“A música é uma linguagem universal e uso isso a meu favor. ‘G-Latina’ é cantada em espanhol, mas você não precisa entender a língua pra saber que se trata de uma música pra cima, que chama o ouvinte pra dançar, rebolar e se jogar. Tem elementos sonoros, fonéticos e visuais nela que passam essa mensagem, independente da língua. Esse é um cuidado que sempre trago nas minhas produções pensadas para o mercado global”, afirma Pedro.

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