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Maria Alcina e outras cantoras na programação do Blue Note Rio

Três cantoras de gerações e estilos distintos estão na programação da tradicional casa de shows Blue Note, em Copacabana, no Rio — Maria Alcina, Sandra Pera e Emanuelle Araújo.

Na quinta-feira, dia 14, às 20h, Maria Alcina vai apresentar um show inédito homenageando os cantores Roberto, Erasmo, Tim Maia e Jorge Benjor. Foi na Tijuca, no Rio de Janeiro, no fim dos anos 1950, que Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Tim Maia e Jorge Benjor se conheceram ainda jovens. Unidos pela paixão pela música brasileira e pelo rock americano, ajudaram a dar origem ao pop nacional.

Para celebrar os clássicos desses mestres, Maria Alcina lança, no Blue Note Rio, o show inédito “A Turma da Tijuca”. Concebido pelo roteirista, cantor e compositor Heitor D’Alincourt, o repertório gira em torno de um clássico de Alcina, “Fio Maravilha”, e revisita sucessos como “Taj Mahal”, “W/Brasil”, “Não Quero Dinheiro”, “Descobridor dos Sete Mares”, “Não Vou Ficar” e “Além do Horizonte”, entre outros hits que marcaram gerações.

No sábado, às 20h, a cantora e compositora Sandra Pêra apresenta o novo projeto “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, baseado em seu álbum dedicado à obra do compositor carioca Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha. Ao lado de quatro músicos (guitarra, teclado/acordeon, baixo e bateria), o show une intensidade, memória afetiva e a urgência poética de um grande nome da MPB, falecido precocemente em 1991, aos 46 anos. No espetáculo, Sandra revisita clássicos como “O Que É, O Que É?”, “Recado”, “Feliz” e “Coração” e relembra hits do grupo As Frenéticas, do qual fez parte.

Na sequência, às 22h30, a atriz e cantora Emanuelle Araújo apresenta o show de lançamento do álbum “Corra para o Mar”, que marca uma conexão com suas origens e a reafirmação de sua identidade artística. Com referências diretas aos ritmos afro-baianos, o trabalho também homenageia a estética pulsante dos anos 1990 e a força cultural de Salvador. Com referências diretas aos ritmos afro-baianos, homenagem à estética pulsante dos anos 90 e à força cultural de Salvador. O álbum, com produção de Kassin, resgata elementos do axé pop, dos blocos afro e da percussão baiana.

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