
O poeta, instrumentista, compositor e intérprete Jean Garfunkel promove o lançamento de seu mais novo trabalho: “Ninguém é Um”, em que celebra seus 45 anos de carreira.
Reconhecido como um artista inquieto e multifacetado, Jean Garfunkel consolidou seu nome na MPB ainda na década de 1980, quando seu samba “Calcanhar de Aquiles” (parceria com o irmão Paulo Garfunkel) foi
eternizado na voz de Elis Regina. Desde então, acumulou um catálogo de respeito, com canções gravadas por expoentes como Renato Braz, Zizi Possi, Margareth Menezes, Pena Branca e Xavantinho, Kátya Teixeira e Maria Rita.
Com seis discos e três livros de poemas lançados, Jean apresenta em “Ninguém é Um” uma síntese de seu cancioneiro. “O álbum reflete a maturidade de um artista que transita com naturalidade entre a música e a literatura, reafirmando seu compromisso com a ‘artesania’ da canção”, destaca o press release.
Ao todo são 15 faixas, entre as quais, “Avenida São João”, “Flor do Trovão”, “Lugar Nenhum”, “Linda Inezita” e “Mazzaropi”. O álbum gerou um novo show, no qual o público é conduzido por uma atmosfera íntima e telúrica. Jean Garfunkel assume o violão e a voz, entremeando as canções do disco e temas inéditos com intervenções poéticas de sua autoria.
“A sonoridade é enriquecida pela presença de multi-instrumentistas, que alternam instrumentos fundamentais da alma brasileira, como a flauta, o bandolim, a viola caipira e a rabeca, criando uma tapeçaria sonora que une o urbano ao regional”, diz o artista, que se apresentará neste mês em
São Sebastião (dia 22), São Paulo (23) e Botucatu (27).
Ouça “Ninguém é Um”, álbum de Jean Garfunkel:

