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Marcello Teodoro promove novo disco “Aqui no Buteco”

Com uma carreira bem desenvolvida em algumas praças do país – como São Paulo, Minas Gerais e estados do sul – Marcello Teodoro promove seu novo disco, Aqui no buteco, lançado em agosto de forma independente. Assinado por Orlando Baron, o trabalho, gravado em estúdio, reúne 15 faixas, de gêneros como vaneira, balada, chamamé, sofrência e sertanejo tradicional. No começo de junho, quando o álbum estava sendo finalizado, o artista disponibilizou nas rádios o primeiro single, a romântica Só pode ser castigo (de Fátima Leão e Vinícius Leão). “Fizemos uma enquete junto à equipe do nosso escritório e amigos radialistas e ela acabou escolhida”, diz o artista.

Em setembro, a faixa preferida de Marcelo começou a ser divulgada. Trata-se do bolero/sofrência Aqui no buteco, que dá título ao trabalho. “Esta música é muito forte, tanto a letra quanto a melodia. Ela começou a rodar sozinha. As rádios a incluíram espontaneamente nas programações. Então, achamos que era o momento de virar o single”, explica o artista. Ele completa, citando outras apostas pessoais no repertório, como a dançante e engraçada Essa mulher não é feia (Desabonitada), a brega Doente apaixonada, a romântica Caçando defeito e a música-homenagem Pai, escrita por ele (com o parceiro Marcos Paulo) para seu pai, o sertanejo Teodoro, que faz dupla com Sampaio. “Meu pai sempre me apoiou profissionalmente, independente do que eu esteja fazendo. E nos últimos seis anos, quando realmente decidi investir na carreira musical, esse apoio ficou ainda mais intenso”, diz ele.

Teodoro marca presença no álbum fazendo dueto com o filho no clássico O beijo do adeus, presente num LP de João Mineiro e Marciano lançado em 1983. O parceiro de Teodoro também dá o ar da graça, cantando com Marcello a marota Canário malandrinho, de Tião Carrero. Um clássico da dupla de seu pai, Não fale dessa mulher, também aparece no disco, em versão que traz a participação de Eddy Brito & Samuel. Fecha o time de convidados o cantor Paraná, que faz duo na bela Mulher alheia, presente no primeiro disco da dupla que durante 35 anos ele formou com Chico Rey. “Meu pai foi um dos grandes incentivadores desta dupla. O Paraná é muito próximo da minha família. Pra mim, é como se fosse um tio, um irmão mais velho”, destaca.

MUITAS ATIVIDADES

Embora graduado em Engenharia e Direito, Marcello Teodoro sempre esteve envolvido com as áreas artística e de comunicação. É músico (toca violão e guitarra), já trabalhou com o pai, foi radialista e apresentador de TV até decidir lançar-se como cantor, em 2011. À época, estava com 41 anos. “Eu gosto de tocar, de cantar, de ir ao encontro do público. Então, achei que aquele era o momento”, afirma ele, justificando porque optou pela carreira solo e não em dupla. “Eu só faria dupla se fosse com meu irmão (o baterista e produtor Rodrigo). Mas depois de trabalhar muito tempo na banda do meu pai, ele se afastou e hoje cuida dos negócios da família. Optei por cantar sozinho e o público abraçou a ideia”, afirma.

Antes do álbum Aqui no buteco, Marcello lançou três trabalhos, cujas faixas de maior destaque são Tem que ser uma gordinha, O cara tá ferrado, Judieira, Ponto G e Tô querendo mais. Com o novo trabalho, o artista está ampliando a área de divulgação. “Incluímos na agenda promocional os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia e, num segundo momento, tentaremos alcançar outras praças”, afirma ele, que tem planos de registrar seu novo show – baseado no repertório do disco – para lançamento em DVD e plataformas de vídeo.

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