Destaque

Relatório mostra a força da música nacional no Spotify

O relatório anual de transparência do Spotify, denominado Loud & Clear, revela como a economia da música está se transformando no Brasil e o que isso significa para quem cria. Este ano, os números contam a história de como o streaming impulsiona carreiras na música.

Em 2025, o Brasil ocupou o oitavo lugar entre os maiores mercados mundiais da música — e o streaming tem um papel fundamental nisso. “De acordo com o relatório da IFPI (Federação Internacional de Produtores Discográficos), divulgado neste ano, o Brasil está no Top 8 mercados musicais do planeta, pela primeira vez na história. E não é por acaso: desde que o Spotify chegou ao Brasil em 2014, o setor cresceu de forma consistente. O streaming representa hoje 87% de toda a receita da música gravada no país, e o Spotify é o maior motor desse crescimento”, diz o press release.

Na plataforma, toda essa potência aparece com clareza no consumo local: em 2025, 84% das músicas presentes no Top 50 diário do Spotify Brasil foram de artistas brasileiros, um dos índices mais altos de representação doméstica no mundo.  No período, artistas brasileiros geraram cerca de R$ 2 bilhões somente no Spotify, um crescimento de 24% em relação ao ano anterior, superando o ritmo do mercado como um todo.

O número de artistas que geraram mais de R$ 1 milhão no Spotify dobrou nos últimos três anos, e mais de 40 artistas ultrapassaram R$ 5 milhões em 2025, quase o triplo do registrado em 2022. Entre os nomes nacionais mais ouvidos na plataforma no ano passado estão Henrique e Juliano, Menos é Mais, MC Ryan, MC IG e Jorge e Mateus.

Ao mesmo tempo, artistas independentes já representam uma parcela de royalties acima da média global. Isso significa que fazer música no Brasil hoje envolve uma diversidade maior de artistas gerando renda, mais caminhos e espaço para a construção de carreiras sustentáveis. No total, artistas brasileiros foram ouvidos quase 340 bilhões de vezes e acumularam quase 17,6 bilhões de horas de reprodução no Spotify em 2025.

Topo