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Mineiro George Arrunáteghi promove “Tropical Romance”

George Arrunáteghi1

Dono de voz privilegiada, intimidade com as palavras em cinco idiomas e versatilidade em cantar, com estilo próprio, de temas clássicos a populares, o mineiro George Arrunáteghi mantém o trabalho de promoção de seu mais recente álbum, “Tropical Romance”. Mais uma vez o amor, em suas mais distintas formas e nuances, continua sendo a tônica do trabalho do intérprete e compositor nascido em Belo Horizonte e com formação em piano, música clássica, jazz e canto – em instituições do Brasil, Europa e Estados Unidos.

Gravado entre Belo Horizonte, Los Angeles (EUA) e São Petersburgo (Rússia), o disco difere um pouco do anterior, Let’s Fall in Love (2015), cujo repertório incluía clássicos da canção americana (“Night and Day’), francesa (‘Les Feuilles Mortes”) e da MPB (“Até Pensei’, “Eu Te Amo”, ambas de Chico Buarque), entre outros. “Tropical Romance” apresenta maior afinidade com a produção contemporânea, embora inclua em seu repertório dois hits atemporais (“Moonglow’ e “Till There Was You”).

Seguindo a receita do título, o repertório privilegia músicas de grande densidade emocional e de balanço sofisticado, incluindo de um lado “Je Suis Malade” (de Serge Lama) e “SelfPity” (da holandesa Margriet Eshuijs) e, de outro, as vibrantes e ‘calientes’ ‘Being Cool” (versão de “Avião”, de Djavan) e ‘Moonglow” (de De Lange-Mills-Hudson). “O disco resume muito bem minha história, minha experiência, meus traços musicais”, define George. O processo de produção do projeto ilustra bem a inquietude, as fontes de inspiração e o modo de trabalho do artista. “Seria um CD na linha romântica clássica de “Moonglow”, mas os arranjos criados por Cristiano Caldas (também produtor do CD) acabaram por dar uma outra direção ao trabalho: ele adornou tudo com muito balanço – da ginga do samba aos movimentados ritmos caribenhos”, explica.

Entre as novidades de “Tropical Romance”, estão um dueto com a cantora e professora de canto norte-americana Pat Whiteman, em SelfPity, a participação do trio vocal formado pelas cantoras de Belo Horizonte Mari Morais, Nubia Mansur e Renata Cabral em quatro faixas, e da Orquestra de São Petersburgo em seis canções. Além da faixa-título, George assina outro destaque do disco, “Love Souvenirs’. As releituras de “We All Fall in Love Sometimes” (hit de Elton John) e “Cavaleiro Andante” (do português Rui Veloso) também merecem citação.

Assista ao vídeo de “Being Cool”, versão de “Avião” (de Djavan), por George Arrunáteghi:  

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